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Dormiram bem? Agosto 29, 2009

Posted by Matheus Alonso in 1.
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Eu dormi bem sim, com planos de post. Mas acordei com uma música na cabeça, adivinha de quem, hã? Alias, duas.

 

 

 

 

E pra dizer que não estou puxando saco, do St.Anger, aqui vai um bem mais antigo.

 

 

 

…e mais uma não faz mal, porque é o lado sinistro do Metallica:

Frescobol para não-frescos Agosto 29, 2009

Posted by Matheus Alonso in 1.
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Começando o post com uma piada básica, simplória, pra homenagear a eterna inspiração de humor deste blog, Lord Rafael….peraí, não estou esquecendo de nada? É…eu sumi de novo, e não irei justificar minha ausência, é, não vou. Porque? Os motivos de sempre, vocês nem tão aí pra mim mimimi. Mas enfim, do nada decido reviver esse bagulho mofando, cheirando a Baygon fora da validade.

 

Mas porque, porque? Porque hoje, aconteceu um fato na escola, passível de narração, e dramatização feita com qualidade Alonso de garantia. Enfim, sim, sai das férias, estou na escola, 10 horas por dia! Isso é um absurdo, perco meu geraldão, casos de família, Alma Gemea, e derivados de coisas que eu nunca vi, e jamais verei, e que não vale a pena ver de novo, porque eu nem vi da primeira vez que passou. É realmente inútil, passar mais tempo com seus amiguinhos, sendo que metade deles reforça o perfume quase comestivel indo em casa, pra voltar pingando alfazema, e outra metade não tem um Rexona de qualidade, e fica com suvaco cheirando a mistura de ovo podre com Mortein vendido no camelô, sim, no camelô.

 

Enfim, mais tempo pra você soltar as piadas que você esqueceu de mandar de manhã, ou que não tinha confiança de que ia fazer alguém rir, mas como juntam as duas turmas, sempre tem um retardado que vai rir, mas o resto vai olhar pra sua cara, sériamente, e acredite, não é legal, né, Rafael? Hoje, era o pior dos dias, claro, SEXTA. Todos já estão exaustos, tanto que alguns morreram pelo caminho…brinks, quase metade nem foi pra aula de tarde, bando de bandidos, não sabem o que perderam.

 

As aulas de tarde não poderiam ser normais como foram de manhã. Então entra em cena, o luiz alfredo….quer dizer, Luiz Felipe, minto, Luiz Miguel…ah Luiz Rafael entra em cena. Primeira aula, justamente a da carma da vida dele, ou vice-versa…Rita. A professora de inglês que, ao meu ver, fez curso de inglês no site do brasilescola, e tem diploma com folha de caderno, porque o que ela fala, até meu amigo Mário supera, com seu sotaque nobre e afiado. Luiz parecia não ter controle de si mesmo, e, no intuito de sacramentar o nome dele nesta escola como bagunceiro, ou sacramentar o nome na diretoria como…bagunceiro, começou a atrapalhar a aula dela com piadas infames e tiradas da mente de seu quase xará, Rafael. Alias, se igualarmos Luiz Rafael com Rafael, tiramos que cancelando Rafael com Rafael, temos que a solução= Luiz.

 

Numa delas, ele simplismente vira pra prof, e fala:

“Viu professora, hehehe, o Rodrigo não veio porque tá no CCAA, mais importante que sua aula!”

Nesse momento eu já estava levando a mão a testa, lamentando mais um triste insulto de nosso amigo Luiz. Quando eu infelizmente pensei que só ia ficar assim…não podia ficar, tinha que ter desfecho, e é aí que ela responde, com fúria, sagacidade e…mania de mulher de dar foras:

“Não te perguntei nada!”

Não foi nada inovador, bem que ela podia falar em inglês. Então, ele se senta, mas antes, pega a Pilot, e escreve no nosso lindo quadro que não é visivel perifericamente para todos: Holy Shit!

…você deve saber o que significa…pelo menos o Shit.

Então, nosso mesmo amigo Mário de inglês limitado, porém chique, chama o Luiz pro 1×1, pro cochicho, pro gemido…brinks. Ele chamou o Luiz, pra dar uma lição de moral pra ele, enfim, eu não sei o que ele disse, mas eu tentarei adivinhar:

Seria isto:

“Raspar a cabeça não pode, mas se você continuar, ela vai chapar tu irmão, porque tu tá pegando pesado mano, tu tem que manera nessas parada ae, teu nome ta queimado la fora irmao, os tira tao la no morro, tu se liga na parada que os cara tão pra te pega, ta ouvindo 06?”"

Err…não…

“Meu amor, pega leve com a titia, eu sei que você tem raivinha de velha, mas não faz assim que eu fico todo derretido amor, pega mal, as pessoas comentam que você solta a franga na escola, vamos pegar leve meu querido, senão não tem nada pra você hoje de noite”

Talvez…

 

“Cara, você tá muito pelo ataque, o outro time vai partir pra cima e tu vai para de volta pro vestiario, você tem que rever ai essa sua tatica de combate, pra partir com cuidado, sem agredir o outro time, porque assim você dança, e o Ronaldo brilha muito no curintcha”

Com certeza, isso é o mais provavel.

 

E então, depois dessa troca de afagos, Luiz se inquietou durante a aula inteira, e do nada, eu resolvi fazer uma questão de inglês, milagre…daqui a pouco, já tinha feito a folha inteira. Sexta feira dos milagres.

 

Depois veio a aula do Robertão…nada muito complexo, nosso velho carbonático estava rouco, então, pra você que deseja conhecer a peça, literalmente, um museu….venha logo, pois não sabemos até que dia Robertão estará entre nós, se bem que depois ele vai reencarnar em si mesmo, enfim, coisa de louco. Dois tempos ouvindo ele falar de QI…quer dizer, tentando ouvir, porque parecia sinal de rádio falhando. Vai ver ele tinha engolido um rádinho sem querer.

 

Vamos logo pular essa parte, para o momento mais crucial da situação, o Ó do QÓ, o Ronaldo do Curintcha…o sei lá.

 

Você, fresco, sensível, que não aceita tragedias praianas na escola, é melhor parar por aqui, ir dormir, e cheirar um gatinho, porque a seção abaixo é para aqueles machos, e machas…melhor dizendo, femeas, que não tem medo de assumir que cheiram Baygon

 

 

 

 

 

Tem certeza que quer continuar?

 

 

Então, vamos lá. Fomos pro recreio, lanchamos, falamos merda, contamos piadas sem graça, e até a Ana Luiza mandou uma anedota totalmente sem graça, mas eu tive que rir, porque lembrei de Lord Rafael no momento. Depois, voltamos, e daí surge a ideia universal, vamos a dramatização

 

Frescobol escolar

Regras:

Quem falou em regras? Na sala de aula, se joga com mãos, pernas, nadegas, olhos, mesas, carteiras, estojos, lápis, colega mais fraco….mas principalmente com aquilo que chamamos de…raquetes.

Em sala de aula, pode-se fazer qualquer coisa, mas o objetivo é não fazer qualquer coisa, é, um paradoxo que nem eu sei resolver.

Ok, ok, tem regras:

1-Raspar a cabeça não pode, assim como não pode deixar de pagar a pensão, caso durante o jogo, alguém mate sua futura esposa.

2-Durante o jogo, não é permitido o uso de apetrechos de magia negra, traduzindo, aquela macumbinha antes do jogo, que prejudica a todos nós, porque estamos jogando sob a força de Lord Rafael, e Deus Ronaldo.

3-Favor não quebrar objetos pessoais dos espectadores, porque senão, você vai descobrir já já.

 

Modo de tentar jogar

1- É necessário dois jogadores com a raquete, e necessário uma bola que não seja de papel, porque papel não pode. E também é quase necessário, os atrapalhadores de jogo. Aqueles que fazem piadinhas sem graça sobre o gemido dos tenistas justo quando você está jogando, ou melhor, lembra o gemido da Sharapova, fazendo com o que o jogador rebata a bola com a raquete errada, ou vice versa. Aqueles que poem a mão na frente para redirecionar a cinética da bola.

2- O objetivo central do jogo era pra ser rebater a bola pro adversário, mas se você quiser se aproveitar para fazer a bola quicar nas carteiras, até acertar o espectador que pegou no sono durante o tempo do jogo, você também pode fazer a bola bater na parede, como se fosse uma adaptação de squash.

3-O tempo de jogo é até o professor entrar, mas se estiver empatado em número de piadas de tênis, vamos pra prorrogação, que dura até a diretora entrar na sala, ou até o adversario menos favorecido pela sua raquete assumir que não sabe porra nenhuma de frescobol.

4-Sim, no nosso frescobol, há disputa de penaltis. Se dá pela seguinte forma: pegamos um espectador mais fraco, e sem reação a golpes de raquete, e colocamos como alvo. Quem acertar mais a vítima, ganha…uma paulada na cabeça, idiota, coitado do muleque.

 

5-Crianças com menos de meio metro não jogam, e nem o Rafael. Idosos com mais de 90 anos, apenas com presença dos pais. Nós zelamos pela saúda daqueles que querem morrer na vida, ou crescer na vida, hehehe, muitos sentidos teve essa piada.

 

6-Antes da partida, todos tem que dar uma leve cheirada no Baygon, ou Mortein. Apenas pra dar aquele gás que estava faltando.

 

7-Sem RONALDO durante as partidas, porque alguns jogadores são sensiveis a palavra, e podem ter choque anafilatico, de tanto rir em ação, rebatendo aquela bolada.

 

Tenha bom proveito, e cuidado com seu corpo inteiro, a bola pode bater na sua barriga, peito, dente, clavicula, rim, apêndice, a fins.

 

Enfim, metade disso nem aconteceu, mas…quando entrei na sala, lá estavam dois individuos jogando o jogo. Não vou citar nome, então criarei ficticios: Privatizonildo e Baygonaldo.

Privatizonildo mostrava habilidade no negócio, deve ter horas de simulação em casa, enquanto Baygonaldo mostrava-se impotante, apenas na defensiva, o atrapalhador era…eu. Eu sou eu. Em algumas de minhas mãozadas, tive êxito em atrapalhar o jogo, mas tava feliz rindo, outros rindo por perto, enfim, uma gargalhada escolar, sem que Rafael mandasse alguma piada, 10 minutos jogando, sob o olhar do inspetor, nosso cumplice, afinal, ele anda armado com pistola de alcool e gel, ele do nosso lado, ninguem mexe cu nois, irmau, sacô?

 

Daí, tudo bem, banquei uma de porteiro, e vi o professor chegando, pedi pro pessoal guardar tudo, cabô o jogo, beijinho nas criança, adios. Daí, tudo bem…aula de Física com o Rafael…sem ser o piada. Apesar de que o prof. Rafael pegou mania de imitar o saudoso Róbson, ou devo dizer, Róbsssssssssssssssssssssssssson. Então é gente boa. Mas, ao final do aula, quando eu já me encontrava de pé, trocando piadas com o grande Arthur, este realmente grande, ele é três vezes o Rafael Piada…aparece a Salute num passe de mágica. Acho que diretora tem poderes de aparecer no ultimo andar da escola num piscar de olhos…ou ela usou o elevador mesmo.

 

Daí eu fui andando pra minha carteira, sem tentar cair, porque ela não estava com a cara de boazinha, como estava de tarde, puxando-saco das criancinhas do turno da tarde, pegando no colo, mal sabem eles que daqui a 5 anos ela vai pegar sua mãe pelo colo, pra dizer que seu filho é um marginal. E então começou. A história é a seguinte:

 

Almeida, o saudoso nerdcalculista, teve seu óculos quebrado…OHHHHHHH, mas quem foi? Não fui eu, antes que acusem. Daí lá estavam em pé: ele, o óculos…ok, o óculos não conseguia ficar pé, hehehe, mais uma piada…e a Salute discursando lá..

 

“MEUS AMIGOS ROMANOS…”

 

Brinks, não foi assim, ela falou um monte de coisa lá, até chegar na parte tensa: “Onde estão as bolas?”

Quase que eu mostrei onde elas estão desde que eu nasci, mas….melhor não. Daí, demorou um pouco…e surgiu Roberto, não o museu, mas sim o nosso colega tricolor, que vive um trauma com seu time, e viveu um pouco hoje, a bola não era dele, mas estava com ele. Daí, lá foi ele se tremendo todo entregar a joça da bola. Mas, como a diretora é burra…mas nem tanto, ela deduziu que: se tem bola, tem raquete. Então aí que ela aumentou o grau da tensão: “Cadê a raquete”

..e quase que eu mostrei onde ela estava situada, juntamente com as bolas…err, melhor não.

E então, surge Raquisvaldo, o dono das raquetes, pra entregar elas. E agora José? Ela fala mal da gente mais um pouco, mas ela sabe que daqui a um mês vai elogiar agente porque dois da turma passaram direto no bimestre, e vai dar uma caneta pra eles, que nem funciona, e se você raspar ela, sim, raspar, você obtem diferentes cores, uma coisa bem alegre. Então, Raquisvaldo realiza seu sonho: anda de elevador nessa escola que tem um elevador mas só a diretora que usa.

 

Então, entra o prof de Geografia, afetado pela tensão que Salute deixou na sala. Então, eu já imaginava que não ia ficar normal pra mim. Passou 10 minutos, e pediram pra que Baygonaldo e Privatizonildo descessem, para prestar depoimento. Então, já anunciei para Rafael e Ana Piada que com certeza, eu seria o próximo…é, eu era o próximo. Passou mais 10 minutos, e pediram pra chamar um tal de Matheus. Matheus uma ova, será que aquela mulher não sabe me chamar de Alonso? Quase que eu dei uma na cara dela até sangrar. Mas eu fui lá, junto com a vítima, Almeida, Almeida e Alonso pelo corredor, pelas escadas, rindo…nem parecia que andavamos rumo a desgraça.

Chegando lá, um cenário triste, mas eu tratei de alegrar. De cara, a mulher lá…é,  MULHER LÁ, porque nem sei o nome. Enfim, a mulher lá perguntou se eu estava envolvido…burra pra cacete, se me chamou, deve ser porque eu estou né. Mas respondi com santidade, sim. Daí veio a pergunta…

“Vocês topam pagar o conserto do oculos do garoto?”

Eu quase falei: “Topo…topo, porque não?” E pensei em muitas coisas para se dizer…mas disse sim, porque no momento, meu cerebro estava a léguas de mim.

Mas então, surge o Mário, é, falei logo, o Mário, chorando o preço do conserto. Parecia franelinha negociando o preço do estacionamento. Todos nós sabiamos que não adianta o preço, ele ia pagar, mas ele começou a dizer, que mimimi, passo fome, tenho 7 filho pra dá comida…zoeira. Mas ele chorou o preço, não adianta negar, e eu ri dele chorando o preço.

 

 

E voltamos pra sala como…os merdas que jogaram frescobol na sala. Mas isso, não é coisa de fresco.

 

Fim da desgraça, lembre-se estudante: NUNCA. JOGUE. FRESCOBOL. EM SALA DE AULA.

 

…a não ser que tenha cheirado Baygon.