Você também tem a síndrome da Andréa? Outubro 13, 2008
Posted by Matheus Alonso in Geral!.Tags: andréa, matemática, medo, síndrome
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Rapaz, pareço estar feliz como sempre sou, com esta cara de pai-de-santo rico com vaga reservada nas Bahamas, mas nas horas vagas eu paro pra tentar fazer uma mandinga pra espantar meu maior medo atual, que espero que ela não leia isto: Andréa. Nunca suspeitei que ao olhar pra ela, meu crânio se encolheria, meu cérebro sumiria (coisa que já não é muito extensa) e até minha ferramenta abaixaria, não porque ela não é provida de beleza, e sim porque tenho medo dela.
Como eu ia dizendo e mudei de assunto, nunca pensei que teria tanto medo dela. Vou contar porque (vocês vieram até aqui, agora sofram, vou freezar a janela de vocês.) Eu, apear de ser um capeta como muitos dizem. Apesar de ser o Mephisto encarnado, o Lucifer na terra, e outras coisas envolvendo seres diabólicos e outros, eu nunca fui motivo de explosão instantanea de neurônios das irmãs, nunca dei trabalho pro império do mal que é o S.O.E, onde os piores tipos de torturas estão guardados pro pessoal lá do SOE. Nunca fui chamado. Já os mano loko da minha turma que parece que tem paixão pelo ar condicionado quebrado do S.O.E, vão fazer uma visitinha lá todo dia.
Eu, sendo um anjo e um demônio as vezes, sempre me safei de qualquer coisa. Mas, este ano, contraí a síndrome da Andrea. Enfim, não sou acostumado com sondagens de professores, mas eu posso sentir com meu décimo sétimo sentido, que ela me persegue de várias formas diversas, ainda mais com a sequência de fatos que aconteceram durante estas semanas sombrias, observe (?):
1º: A vossa excelência Andréa “hackea” meu teste de matemática, que eu sei que não fui tão mal, e então me entrega a prova com uma nota mais horrorosa que eu no vídeo do partido da macumba, enfim, nota mais horrorosa que meleca escarrada na parede do banheiro de uma mulher sensível tipo o Guilherme de Almeida. Então, ela anota meu nome num papel misterioso de num sei da onde, que depois nunca mais vi. No que constava aquele papel? Pessoas que vão participar do Death Note da Andréa, pensei, mas graças a Mãe Etelvina não era. Ela disse que ia chamar os responsaveis dos infelizes que foram hackeados pela Andréa, chamou alguns, mas por sorte fiquei invisivel nesta hora. Mas eu sei muito bem que começou a me perseguir daí.
2º: Eu não vou lá grandes coisas bem na prova dela. Lógico que houve um aumento de nota, porque eu não sou bobo de tirar os mesmos dígitos, não está na moda, não que eu me importe com a professora (claro que eu importo!). Ela olha pra minha cara com um olhar de 115º pertinente, que me deixou com várias cores diferente. Nem comentou nada de responsaveis, torturas e óbitos, porque graças a Deus nem todo mundo foi hackiado e no geral a turma foi bem (ou melhor que no teste pelo menos…)
3º: Lá estou eu, na sala com uns retardados (guiga, chayann e cia.) fazendo as retardices (?) de sempre. De costume, nós sabemos que demora um bucado pro querido professor peruano de espanhol chegar (e ele é gente boa.) Então, o voluntário de boa fé Renato, aquele que está soltando a franga nesse ano, pede pra ver a calcinha da a Mãe Etelvina. Então, eu faço toda aquela dança de break, uma eletronicazinha, e aquele trance esperto, e viro a tla. Até aí tudo bem, falo aquelas frases improvisadas tiradas do Rafaelzinho, mas que até o Chayann ri com aquela cara dele de fuinha pervertida. O Renato solta a franga pelos lados diagonais (alguém entendeu essa?) e sai rindo por aí, esbanjando silicone. Eu então, muito empolgado por fazer uma celebridade rir, afinal esse garoto não ria nem a pau, quer dizer, a pau ele ri sim. Mas voltando, fiz ele rir, e então eu pego meu livro de inglês, me imagino jogando futebol americano no PS2, e lanço uma bonita, só que então chega o técnico do outro time: ANDRÉA. No momento de meu lançamento espectacular e supimpão, ela vê, não aplaude, e não fala muita coisa. Mas dali eu já sabia que os olhos dela continuariam me perseguindo, e pra piorar talvez, o retard do Chayann ainda me chama pra sentar atrás dele, no lugar errado, quer dizer, era pra ser o certo, mas pra Andréa não. Eu simplismente ignorei a chamada, e sentei no meu falso lugar, que pra ela era o verdadeiro.
Já viram porque tenho a sindrome da Andrea. Eu suporto qualquer brincadeira comigo, menos fingir que você, zoador, é a Andrea. não brinque com isso, as vezes, sua brincadeira pode se tornar realidade, e aí eu não quero nem ver. Mas, se você já foi possuido pela sindrome da Andréa, conte para NOZES, eu principalmente, quero entender seu caso muito bem entendido.
